
Na sexta feira passada caminhando pelas ruas de Porto Alegre, trânsito lento final de tarde, na rua Duque de Caxias, mais precisamente no viaduto Otávio Rocha sobre a Borges de Medeiros, lindo cartão postal do centro da cidade. Precisei simplesmente atravessar a rua, “na faixa de segurança para pedestres”, destinada a eles e aos demais cidadãos, desprovidos de armadura automobilística, posicionado para atravessar, com o pé na faixa, o trânsito fluindo á uns 25km/h (quase parado), ninguém deu passagem parecendo cegos que vêem, até que o trânsito parou e vi a melhor oportunidade para corriqueira função. Um carro parou com a traseira no começo da FAIXA, e o outro veículo um TÁXI, conduzido por um “profissional” do volante, joga seu possante exatamente em cima do espaço que sobrou para passar, vulgo a FAIXA. E com a janela aberta, olhei para ele e disse: “o meu senhor e a faixa?” Sem tom irônico, ou de repreensão, mas sim esturricado com a Falta de educação no trânsito, e cegueira para com os pedestres. Até aí as leis de sobrevivência já me fazem tentar acreditar que é assim, mesmo!. Prontamente ele respondeu em um tom da mais pura malevolência, e protegido por sua armadura metálica, respondeu:
“...hei você acredita na faixa segurança ainda?” 
Aquela frase ficou armazenada no cérebro, senti um bom ensaio para este texto, um grande amigo meu que me acompanhava na caminhada, respondeu para ele que acreditávamos sim na faixa.
Bom sinceramente como urbanista, e como cidadão ACREDITO SIM, não só na faixa de segurança mas também acredito na faixa de presidenciáveis,faixas de miss, faixa de prendas jovens do MTG, acredito na faixa que é dada aos atletas do judô, da capoeira, e demais esportes que agremiem seus praticantes com faixas, também na famosa faixa em Londres onde 8/8/69,há quase quarenta anos Paul, John, George Harrison e Ringo Star foram fotografados para a capa de um novo disco atravessando-a, mesmo não sendo um fá de beatles, mas já dancei muito e cantei muito.O disco se chamou:Abbey Road .
Todo o dia que saio e me desloco para fazer qualquer coisa da minha vida e dos meus interesses, creio nelas, nas leis, sempre entendi que na rua não existe ninguém mais que ninguém pois trata-se de um acordo de vivência, para levar a situação na faixa. Invisível mas respeitado pelos milhões de pessoas que aqui vivem e saem todo dia de casa como eu e o senhor, por este país afora . Apesar de as notícias nos darem exaustivos maus exemplos, não podemos abrir mão dos nossos credos, e sim se fazer valer deles, anônimo profissional da frota de 4000 táxis da cidade. O qual serviço utilizo muito, e sempre com bons motoristas, que me levam e trazem nesta cidade que crêe que é cidade. E se solidifica dia-a-dia, simplesmente porque acredita que possamos atravessar em uma faixa de pedestres .
E quando as projeto ou as determino nos projetos, uso de todo um conhecimento para ali posicionar e reservar aos pedestres o direito de ir e vir, mantendo o fluxo de circulação e trafegabilidade de carros, bicicletas, cadeirantes,patins, skates, enfim, todos NÓS, fora dali lhe pouparia de meu comentário, até concordo repetitivo. Mas alí é para os pedestres, só lamento em respeito a Lúcio costa e outros aquitetos deste Brasil. E parto para um ponto mais simples, em escala jamais seremos fortes contra as máquinas, somos de carne e osso, não de lata.
E entendo que todos tem sua opinião e seu poder de cidadãos, para vistoriar e denunciar essas e outras destruições nas nossas cidades. Pois protegemos o que é público o que é nosso, não é feio, é reconhecer o seu no nosso. Pois pagamos por tal. Mas fica aqui meu apreço pela categoria, e sou motorista também, só não gosto de trancar a fluídez, de um assunto que cada vez gera mais indigestão e poluição. O trânsito, que nos Estados Unidos mata três pessoas por dia, ou por discussões, ou por ataques cardíacos, etc.
Boa semana a todos, e vamos nos fazer de valer acreditar na faixa. Ou vamos precisar criar asas, mas até atingirmos este grau de adaptação genética, nem eu e muito menos nossos descendentes vão o ver...Dirija-se pela vida sempre, guie bem seus sonhos.
Mas não vamos terminar com o dos outros...

Aquela frase ficou armazenada no cérebro, senti um bom ensaio para este texto, um grande amigo meu que me acompanhava na caminhada, respondeu para ele que acreditávamos sim na faixa.
Bom sinceramente como urbanista, e como cidadão ACREDITO SIM, não só na faixa de segurança mas também acredito na faixa de presidenciáveis,faixas de miss, faixa de prendas jovens do MTG, acredito na faixa que é dada aos atletas do judô, da capoeira, e demais esportes que agremiem seus praticantes com faixas, também na famosa faixa em Londres onde 8/8/69,há quase quarenta anos Paul, John, George Harrison e Ringo Star foram fotografados para a capa de um novo disco atravessando-a, mesmo não sendo um fá de beatles, mas já dancei muito e cantei muito.O disco se chamou:Abbey Road .
Todo o dia que saio e me desloco para fazer qualquer coisa da minha vida e dos meus interesses, creio nelas, nas leis, sempre entendi que na rua não existe ninguém mais que ninguém pois trata-se de um acordo de vivência, para levar a situação na faixa. Invisível mas respeitado pelos milhões de pessoas que aqui vivem e saem todo dia de casa como eu e o senhor, por este país afora . Apesar de as notícias nos darem exaustivos maus exemplos, não podemos abrir mão dos nossos credos, e sim se fazer valer deles, anônimo profissional da frota de 4000 táxis da cidade. O qual serviço utilizo muito, e sempre com bons motoristas, que me levam e trazem nesta cidade que crêe que é cidade. E se solidifica dia-a-dia, simplesmente porque acredita que possamos atravessar em uma faixa de pedestres .

E quando as projeto ou as determino nos projetos, uso de todo um conhecimento para ali posicionar e reservar aos pedestres o direito de ir e vir, mantendo o fluxo de circulação e trafegabilidade de carros, bicicletas, cadeirantes,patins, skates, enfim, todos NÓS, fora dali lhe pouparia de meu comentário, até concordo repetitivo. Mas alí é para os pedestres, só lamento em respeito a Lúcio costa e outros aquitetos deste Brasil. E parto para um ponto mais simples, em escala jamais seremos fortes contra as máquinas, somos de carne e osso, não de lata.
E entendo que todos tem sua opinião e seu poder de cidadãos, para vistoriar e denunciar essas e outras destruições nas nossas cidades. Pois protegemos o que é público o que é nosso, não é feio, é reconhecer o seu no nosso. Pois pagamos por tal. Mas fica aqui meu apreço pela categoria, e sou motorista também, só não gosto de trancar a fluídez, de um assunto que cada vez gera mais indigestão e poluição. O trânsito, que nos Estados Unidos mata três pessoas por dia, ou por discussões, ou por ataques cardíacos, etc.
Boa semana a todos, e vamos nos fazer de valer acreditar na faixa. Ou vamos precisar criar asas, mas até atingirmos este grau de adaptação genética, nem eu e muito menos nossos descendentes vão o ver...Dirija-se pela vida sempre, guie bem seus sonhos.
Mas não vamos terminar com o dos outros...Texto: Leandro Lima (original blogspot) / fotos by Internet (foto 01 acima, beatles atravessando a famosa faixa de pedestres, corredor com seu traje de passeio, e na de baixo a campanha publicitária para um shopping de Curitiba, inspirado na obra de arte feita nas Ruas de Porto Alegre, onde foi pintado no chão, a arte sempre inspirando os criadores, fonte nata)
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