quinta-feira, 6 de maio de 2010

hábitos x lugares

Preguiça de sair de casa é reflexo de mudança de prioridades

GABRIELA CUPANI

da Reportagem Local

Exposições, filmes em 3D, lançamentos, estreias de todo tipo. O mundo se tornou um lugar abarrotado de atrações irrecusáveis. O paradoxo é que muito mais gente, hoje, "paga" para ficar em casa. Para se ter uma ideia, só uma das várias comunidades do Orkut que reúnem gente com preguiça de sair tem mais de 1.700 membros.

Eduardo Knapp/Folha Imagem
A hiperoferta de atrações acaba funcionando como um convite para ficar em casa
A hiperoferta de atrações acaba funcionando como um convite para ficar em casa

"Estamos hiperconectados e precisamos nos desconectar um pouco", resume o sociólogo Dario Caldas, diretor do Observatório de Sinais, agência de consultoria especializada em tendências. "Às vezes, dá preguiça ter que se informar sobre tudo, ler o último livro, assistir ao último filme."

É fato que o mundo corporativo exige cada vez mais que as pessoas sejam "antenadas" e informadas. Mas até as relações sociais acabam vítimas dessa cobrança. Por isso, não surpreende que precisemos de um pouco de sossego.

"Ficar em casa pode revelar a necessidade de relaxar depois da quantidade enorme de estímulos e solicitações de que somos alvo ao longo do dia", faz eco a psicanalista Marion Minerbo, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

Além disso, sair dá trabalho. "Sair pode ser vivido como se você tivesse que subir num palco e dar um show de bola pelo qual, ainda por cima, será avaliado", diz Minerbo. Para ela, isso pode demandar muito esforço. É preciso se arrumar, criar um visual que mostre estilo e atitude, ir aos lugares certos, ter coisas interessantes para contar, filmes a que assistiu, viagens que fez ou que está planejando. "Acho que a preguiça de sair pode ter a ver com o esforço envolvido na performance social que a pessoa vai ter que fazer", diz Minerbo.

Em grande parte, o fenômeno é reflexo da mudança para uma atitude mais individualista. "Hoje as pessoas priorizam o prazer no lugar do dever", analisa Caldas. Isso dá mais liberdade e autonomia para cada um decidir o que fazer.

Para tirar a pessoa do sofá, só mesmo um motivo bem forte. "Antes de fazer algo, as pessoas se perguntam qual o sentido daquilo dentro da sua escala de valores", diz o sociólogo. Sem essa motivação, muitos preferem o aconchego do lar.

Para o psicólogo Cristiano Nabuco, do Hospital das Clínicas, em São Paulo, esse comportamento está muito ligado às facilidades do mundo virtual. "As novas tecnologias permitem mais controle da realidade e isso tem a ver com autoestima, que é a capacidade de tolerar frustrações e de mudar o que não está legal no seu entorno", diz Nabuco. "Na internet isso está mais assegurado: qualquer coisa, é só deletar."

"Se os encontros na internet substituem mais que 50% do tempo que a pessoa teria para se encontrar com outras pessoas, isso se torna preocupante", diz Ari Rehfeld, supervisor da clínica psicológica da PUC de São Paulo.

Mas isso não quer dizer que se voltar para o mundo virtual seja algo necessariamente ruim. "Se bem usadas, as redes sociais virtuais podem dar uma sustentação emocional importante para as pessoas, é possível ver coisas interessantes navegando na internet, um filme em casa pode ser um programa excelente...", analisa Minerbo.

Até porque nem sempre o fato de você estar fora de casa significa que está interagindo com as pessoas. "Se a pessoa saiu, mas está no bar vendo televisão ou no celular, talvez não tenha propriamente saído", avalia a psicanalista.

E ela cutuca: "Por que há televisões nos lugares em que as pessoas vão para estarem juntas? Uma interpretação é que elas não sabem mais conversar, outra é que esses artefatos servem de mediação entre as pessoas. Mas acho que servem, principalmente, para elas poderem relaxar de sua performance social."

Para Minerbo, a preguiça de sair só se torna preocupante quanto é sintoma de que poucos programas são verdadeiramente significativos. "Se a pessoa sente que nada é interessante, isso pode apontar um vazio existencial empobrecedor e, até mesmo, uma depressão."

Afinal, sair ou ficar são apenas meios de alcançar coisas que buscamos desde sempre: afeto, comunicação, interação. "O ser humano mudou, mas seus anseios e expectativas continuam os mesmos", diz Caldas. Às vezes, eles estão bem mais perto do que se imagina.

LIVRO MORTE AOS PAPAGAIOS - gustavo piqueira

Resenha sobre o texto de Gustavo Piqueira.

Foi de preferência própria a utilização de uma linguagem informal. Ou melhor, retiro minha parcela de culpa argumentando que o autor do livro, aqui explanado, também usa desse teor de liberdade em sua escrita, Trazendo consigo grande quantidade de opiniões e questionamentos um tanto quanto particulares.

Alguns podem dizer que o texto é sobre design, disso eu não discordo, tanto que Gustavo Piqueira, é designer atuante. Ao meu ver o título diz tudo, “Morte aos Papagaios”. Papagaio em si merece já uma reflexão, mas que raio tem design a ver com papagaios. Talvez seja a imensa repetição que pode se ouvir das milhões de variações do design tais com hairdesign, makeupdesign dentre outros. Outra hipótese talvez seja a dos indivíduos que repetem conceitos, ideias e formulas sem o menor teor de questionamento ou crítica.

O questionamento da produção é levantado em vários momentos, no entanto, não de um ponto de vista academicista e sim de uma postura crítica sobre o próprio produto de informação desenvolvido. Um exemplo muito pertinente citado por Piqueira, uma oficina mecânica com seu nome numa fonte rebuscada, o que gerava uma ideia de salão de beleza e não de uma oficina mecânica. Afastar o gosto pessoal e aproximar-se do público do projeto é de extrema relevância para a comunicação.

Será o objetivo do design o lançamento de moda e tendências? Qual é o papel e a diferença de um projeto de design bem desenvolvido? Será que é possível melhorar a vida social a partir do design. Quero levantar um questionamento que está próximo a minha pessoa, o sistema de transporte coletivo de Londrina. Atualmente, começo de 2010, a prefeitura está ampliando uma faixa exclusiva para os ônibus, ou melhor tirou o espaço para estacionar o carro e reservou para a passagem de ônibus e deu a seguinte desculpa. Isso um mês depois de aumentar a tarifa do transporte coletivo.

- Economize, deixe seu carro em casa e vá de ônibus!

Não desmereço a iniciativa, e imagino que seja para acelerar o locomoção dos passageiros. Com a maior agilidade dos ônibus os horários mudam, pois os mesmos passam antes e até que os passageiros acostumem-se com os novos horários eles irão perder vários.
A falta de informação dentro dos coletivos é um absurdo, e quando existe é desenvolvido de forma precária, dificultando extremamente a comunicação. Medidas como a distribuição de informações de maneira clara e eficiente poderiam solucionar problemas de forma prática e com baixo custo. No entanto, quanto maior for o alvoroço causado na cidade melhor para as autoridades, assim mais votos são computados.

A palavra micreiro, que não sai da boca de muitos, vem a ser motivo de preocupação para outros tantos. Em poucas palavras, Piqueira coloca em cheque esse assunto comparando as diferenças entre o chef de cozinha e o delivery de pizza. Ambos coexistem em paz com seus objetivos e com suas demandas. Um projeto de design supre certas necessidades enquanto os micreiros suprem outras. O mercado potencializa a diversidade e incentiva a evolução natural.

Gostaria de finalizar o texto com uma citação de um poeta nacionalmente reconhecido, no entanto, não citarei nomes.

- Cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado!

outono chamou neruda...

CONFESSO QUE VIVI - PABLO NERUDA

“Talvez não tenha vivido em mim mesmo, talvez tenha vivido a vida dos outros.
Do que deixei escrito nestas páginas se desprenderão sempre – como nos arvoredos de outono e como no tempo das vinhas – as folhas amarelas que vão morrer e as uvas que reviverão no vinho sagrado.
Minha vida é uma vida feita de todas as vidas: as vidas do poeta.”
Pablo Neruda

Biografias são sempre interessantes, ainda mais quando o escritor é um grande poeta que consegue transmitir suas vivências com as metáforas do mundo e os versos reticentes que contagiam o leitor e o impulsionam a completar a oração com atitudes estimuladas.
As primeiras e grandes impressões do mundo: a morte da mãe, esgotada pela tuberculose um mês após dar à luz; o pai operário e maquinista – José Del Carmem; a madrasta que o autor intitula o anjo tutelar de minha infância... A chuva é a presença mais constante na infância do jovem provinciano no cenário do bosque chileno. “Daquelas terras, daquele barro, daquele silêncio, eu saí a andar, a cantar pelo mundo.”
A sensibilidade do menino é demonstrada na grandeza do relato da “casa das três viúvas”, escrito quarenta e cinco anos após, registrando o jantar maravilhoso servido pelas três senhoras francesas e a conversa sobre a poesia de Baudelaire.
“Que se passou com as três senhoras desterradas com suas Fleus du Mal no meio da mata virgem?... Deve ter acontecido o mais simples de tudo: a morte e o esquecimento...”
Depois dos anos de Liceu, o poeta vai para faculdade em Santiago do Chile e incorre em novas descobertas e desconhecimentos. Assume a timidez inimaginável para o autor dos Cantos Gerais:
“A timidez é uma condição estranha da alma, uma categoria e uma dimensão que se abre para a solidão. Também é um sofrimento inseparável, como se a gente tivesse duas epidermes e a segunda pele interior se irritasse e se contraísse diante da vida. Entre as estruturações do homem, esta qualidade ou este defeito são parte do amálgama que vai fundamentando, numa longa circunstância, a perpetuidade do ser.”
A nomeação de Pablo Neruda para ser cônsul do Chile em Rangum inicia uma nova fase na vida do poeta que conhece um novo mundo nos lugares remotos que vive e passa a ter uma percepção mais ampla do homem:
“O poeta não pode temer o povo. Pareceu-me que a vida fazia uma advertência e me ensinava para sempre uma lição: a lição da honra oculta, da fraternidade que não conhecemos e da beleza que floresce na escuridão.”
Sua relação com Federico Garcia Lorca e com a Espanha estão sacramentadas no caderno “Espanha no coração”. O poeta vive a guerra civil espanhola e tais vivências influenciam de forma marcante sua literatura e o seu ingresso no Partido Comunista. Neruda sente necessidade de escrever para os seus semelhantes, no caminho do humanismo enraizado nas aspirações do ser humano. Assim começou a escrever os “Cantos Gerais”.
Seu encontro com a União Soviética, os escritores em ebulição em Moscou, a esperança de que o grande continente alçasse o grande vôo de uma nova verdade. “A revolução é a vida e os preceitos buscam seu próprio túmulo.” E a sua critica, quando visitou a China, ao culto ao Mao Tsé Tung. “... implantava-se de novo diante de meus olhos a substituição de um homem por um mito. Um mito destinado a monopolizar a consciência revolucionária, a concentrar em uma só mão a criação de um mundo que será de todos...”
Neruda nunca esqueceu suas raízes, sempre esteve ligado aos acontecimentos políticos e sociais de sua pátria. Aliás, em sua poesia podemos observar sempre a alusão às raízes, desde as tenras da infância nos bosques chilenos aos alicerces de convicções que nosso poeta construiu e floresceu em seus poemas.
As estações também são usadas constantemente como referências nos textos do poeta, principalmente, a primavera.
O último capítulo é sobre a vida e a morte de Salvador Allende, primeiro marxista eleito presidente da República na América Latina em 1970, morto durante o golpe que do depôs em 11 de setembro de 1973. Neruda escreveu-o poucos dias após aos fatos que culminaram na morte do governante e morreu no mesmo mês, em 23 de setembro de 1973.
Pablo Neruda, pseudônimo criado por Neftali Ricardo Reyes ainda na juventude para esconder a autoria dos poemas de seu pai, viajou o mundo inteiro e divulgou sua poesia e seus ideais humanísticos pelos diversos povos e culturas.
Como o próprio poeta afirmou em sua autobiografia: “...a história é escrita pelos vencedores ou pelos que desfrutaram da vitória.” Pablo Neruda é uma vitorioso, venceu os preconceitos e as tantas perseguições políticas e criou uma obra literária lida no mundo inteiro - uma leitura obrigatória para toda a humanidade.
Helena Sut
Publicado no Recanto das Letras em 30/05/2005
Código do texto: T20849

segunda-feira, 28 de abril de 2008

loop and gravity ---- giro e gravidade

DESAFIO DE GRAVIDADE.



Dentro das mais diversas formas e conceitos, os utensílios que todos inevitavelmente utilizamos e de vez até esbarramos estão cada vez mais sofisticados e com um desenho objetivo. Como peças acessórios, puxadores,comandos todos alinhados ergonomicamente a nossa altura peso e medidas. Nestas fotos a empresa Ä, idealizou a criação de banheiros que sugerem a simplificação das funções, dando um caráter mais estático, limpo, acéptico enfim dando a transparência, mostrando o movimento da água com ovidro, da sustentaçao fisica dos materiais, evidenciando o corpo, peças e utensílios pessoais, como a cor do sapato e ou o próprio corpo, entendo como uma solução interessante, CASO A CASO, sempre.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Maria Inês...e seu método...

Inovação e criatividade são essenciais para o continuo desenvolvimento e competitividade de uma nação.Coisas boas acontecem quando o pensamento inovador começa, ele poderá ajudar na criar novos produtos, melhoria nos processos, novas tecnologias tornando a empresa mais competitiva .O investimento em criação, novas tecnologias favorece não somente a pesquisas de idéias, através da internet, mas também contribui para que a empresa torne-se mais produtiva. Mesmo diante de situações de crises, onde nem sempre disponibilizamos de dinheiro para investir, temos que buscar várias idéias mesmo com recursos limitados, sempre pensando: de que maneira poderei melhorar esta atividade? De que forma poderei contribuir com maior impacto na rentabilidade , qualidade dos produtos, segurança do trabalhador, satisfação do cliente, obviamente sem ferir a ética? Como poderei contribuir para uma sociedade melhor? Como poderei aumentar a minha renda?Nem sempre utilizamos todo o nosso potencial, embora percebemos que há muitas idéias criativas implementadas e apresentando resultados de uma forma geral. Estimular e investir no pensamento criativo e inovador, é retorno garantido.O processo criativo exige mente aberta, receptiva ao novo, equilíbrio entre as emoções, pois nem sempre negócio combina com emoção, seguida da lógica.
Quando falamos em criatividade e inovação com foco em resultado, o pensamento lógico não poderá vir à frente, temos que inicialmente deixar a mente livre para buscar idéias, intuir, usarmos do pensamento divergente, expandir e depois colocar a lógica em ação, através do pensamento convergente, buscando resultados qualitativos e quantitativos.Percebo a criatividade como algo que é novo, útil, tanto para o criador, quanto para a sociedade, tratando-se de um processo que possui começo meio e fim. Há o processo de criação, com a mente aberta, que necessita da imaginação, mas temos que colocar em prática o que imaginamos passando pelo crivo da lógica entre outros o mercado consumidor.


O processo criativo exige trabalho duro, disciplina, porém suas idéias também surgem quando sua mente está brincando, ociosa, quando está curioso, inquieto, por vezes incomodado.Se você for uma pessoa curiosa, idéias vão bater as suas porta, pois vai perceber lacunas, necessidades, costumes e que certamente favorecerá a geração de idéias.Hoje a inovação está mais centrada à gestão de negócio, onde há constantemente melhorias no que já existe, e por vezes percebemos baixa originalidade, porém o pensamento criativo servirá como base tanto para um processo de inovação quanto originalidade. O pensamento criativo é a fundamentação sobre a qual você constrói uma idéia inovadora ou original.Exercitar este pensamento é simples. Pense sempre nas perguntas e busque respostas. Se em não fizesse estas atividades desta forma, de que outra forma faria? Como poderei dinamizar as minhas atividades sem comprometer a qualidade? Como poderei agregar valor as atividades que executo? Com o poderei agregar valos ao negócio da empresa? Que outros produtos ou serviços poderá criar a partir do que já existe? Que outros produtos ou serviços pode criar para preencher uma necessidade específica de uma população?

Lembre-se dos curiosos! Muitas vezes é preciso criar várias respostas para cada pergunta. Faça um grande Braisntorming, é da quantidade que sai a qualidade, e lembre-se não é preciso uma grande idéia e sim uma idéia de grande resultado. Nunca foi tão fácil criar como hoje. As necessidades, informações são inúmeras e o mercado consumidor é vasto.O processo criativo, em alguns casos, é solitário, partindo de observações, sentimentos, inquietudes, mas que para ser colocado em prática é necessário compartilhar, este é em alguns casos um grande entrave. As pessoas nem sempre compartilham suas idéias por medo de serem furtadas, correndo o risco de morrerem na gaveta, ficando assim somente na geração de idéias deixando de lado o colocar em prática.Na fase embrionária da idéia, por vezes é aconselhável que seja solitária, mas temos que buscar parceiros, para viabilizar a idéia. Poderei citar um exemplo: Prêmio APARH-Revista Vencer de Criatividade nas empresas.Ao assumir a Vice Presidência de Criatividade e Inovação da APARH desenhei várias atividades entre elas o prêmio.Conversando com Celso Estrela( Diretor do prêmio) e um forte colaborador nas minhas atividades, ele também havia pensado e ficou entusiasmado, sendo assim, partimos para desenhar o projeto, pesquisando mercado, definindo critérios, conversando com pessoas, formatamos o regulamento. Vendemos a idéia para Paulo Xavier, Presidente da APARH, que agregou informações e agora o que fazer? Fomos buscar parceiros, adeptos, vamos vender a idéia , conversamos com Mauricio Cita que agregou idéias, surgindo assim à parceira com a revista Vencer. Assim como vários outros apoiadores, gerando idéias e viabilizando o projeto, a cada dia vão surgindo idéias e ajustes em torno de um único objetivo “ incentivar a criatividade nas empresas” através do prêmio.

Observe o processo, fase embrionária, pesquisa, venda, busca de parceiros, geração de idéias, concretização de idéias e já estamos colhendo resultados, recebendo cases valiosos. Ocorrerão críticas, desinteresses , desincentivo, sem dúvidas.Sempre que lançamos uma idéia estamos sujeitos a críticas, reprovações, e ás vezes o rótulo de “ maluquice,” mas saiba que ela poderá ter grande valor, vá enfrente, pois o processo criativo é um ato de coragem.Entenda o processoMotivação - tenha um objetivo e trace desafiosPreparação - defina metas, desconsidere formas e caminho, levante informações.Incubação - confine-se, deixe o inconsciente trabalhar.Iluminação - registre a idéiaElaboração - plano de ação, avaliação.Ação - atacar, fogo.Avaliar - quantitativo e qualitativo A inovação é desafio, sempre foi e sempre será, porque é um passo para o desconhecido, é uma aceitação do ambíguo, algo que somente pessoas corajosas fazem. Ser criativo é escolher não ser medroso, e é isso que fazemos nas empresas. Incentivamos a coragem a romper modelos mentais pessoais e da organização, pois consideramos que eles são naturalmente modelos em evolução. Podemos perceber que os modelos mentais tornam-se limitados por conhecimento técnico, experiências prévias, similares e pela forma como o ser humano percebe e processa as informações, favorecendo ou não a criAção.

A inovação é um processo que usamos para focar nossa criatividade e o pensamento criativo. É fruto de um processo de educação que vai desde os ensinamentos no lar, nas escolas e no ambiente de trabalho que nos tornam prisioneiros ou livre.A educação para o pensamento criativo é primeiro passo essencial para a melhora do nível de inovação, que acontece nas empresas. Trata-se de uma forte arma estratégica de sobrevivência na selva da competição.O ambiente de trabalho é muito importante. Incentivo à criação individuais e coletivas, processos abertos de comunicação , cuidados com a qualidade de vida do cliente interno e externo, como também as políticas de recursos humanos adotada, são fatores importantes, sendo assim a cultura corporativa que encoraja o pensamento criativo, deve ser ativamente sustentada, isso supõe correr risco. Se quiser fazer grandes progressos, terá que correr riscos calculados, pois idéias não funcionam sempre, devem ser registradas em banco de idéias, como também colocadas em prática. Em criatividade não existem erros e sim ensaios, e uma idéia poderá ser inadequada para determinado momento e valiosa em outro, aprender com erros e acertos é fundamental.Estudos apontam que, quanto mais idéias você gerar, mais provavelmente terá uma idéia espetacular.Se quiser ter grande idéia, tenha muitas idéias, propicie insigths através de observações, sentimentos, pensamentos para chegar aos resultados esperados, mas lembre-se que num determinado momento temos que utilizar o pensamento lógico.

Para cada problema há várias soluções. Ficar somente com uma resposta pouco vai adiantar, não existe nada pior do que uma única idéia, uma única opção. Entenda profundamente da causa, entre no âmago do problema e depois o ataque com várias e várias soluções, decida e implemente-a.Solte a imaginação, invente.


Maria Inês Felippe: Palestrante, Psicóloga, Especialista em Adm. de Recursos Humanos e Mestre em Desenvolvimento do Potencial Criativo pela Universidade de Educação de Santiago de Compostela - Espanha. Palestrante e consultora em Recursos Humanos, Desenvolvimento Gerencial e de equipes, Avaliação de Potencial e competências. Treinamentos de Criatividade e Inovação nos Negócios. Palestrante em Congressos Nacionais e Internacionais de Criatividade e Inovação e Comportamento Humano nas empresas. Vice Presidente de Criatividade e Inovação da APARH.


sexta-feira, 18 de abril de 2008

i-PIANO


Se não bastasse todos as interações, e convergências tecnológicas, o piano com calda pegou o cometa da conexão, este suvenir oferecido pela YAMAHA , nos EUA (em plena crise ..$$$$) pode gravar suas músicas, te dar aula de piano, despertador (é o minimo q espero), acerto de cordas via INTERNET, botáo de mute, e vai, mais saidas para fone de ouvido, Karaoke (é o minimo q espero). enfim um instrumento q sai por 42.000 US$... .. é como tv de gosma (digo plasma)...um dia ta por 36 x 187,82...nas lojas do ramo.
"prefiro o antigo". miau

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na reportagem do ny. tem os videos demostrativos. e mais detalhes.

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quinta-feira, 17 de abril de 2008

derrubando mitos, a dobra da camiseta...fácil...



james dean...provavelmente tinha muitas camisetas, ainda bem que ele tinha sempre alguém para dobrar, ou náo? náo sabemos ao certo, mas se ele tivesse Youtubiul...ele ia agradecer a dedicada Japonesa q nos ensina a dobrar facilmente camisetas, tem legenda.

em japones, ingnore. preste atencao somente nos movimentos.

http://www.youtube.com/watch?v=ZQ1wwEvM7uk

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LEANDRO LIMA

Minha foto
* 28/03/1977 * architect and urbanist - 2003 * pos graduate expresion graphics/ creative process - PUC RS / BRA * projects of architecture / fairs / comercial / residences / different proposes * line of discucion at architecture essays